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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Hora de discutir a segurança veicular no Brasil


2 ABCDMAIOR | 8 e 9 de outubro de 2013

 Jefferson José da Conceição

Estudos do Denatran, Ipea e ANTP apontam que o custo anual dos acidentes em rodovias brasileiras é da ordem de R$ 24,6 bilhões, e dos acidentes de trânsito em áreas urbanas, de R$ 5,3 bilhões, o que totaliza R$ 30 bilhões por ano.

 
A Prefeitura de São Bernardo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, e da Secretaria de Relações Internacionais, em parceria com o IMT ( Instituto Mauá de Tecnologia) e o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, e apoio do

Consórcio Intermunicipal , da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e do Cisb (Centro de Inovação Sueco-Brasileiro), realiza, no próximo dia 18 de outubro, no Teatro Cacilda Becker, no Paço Municipal, das 9h às 13h, seminário que terá como tema os avanços em segurança veicular no Brasil e na Suécia. O evento contará com a presença do prefeito Luiz Marinho, de autoridades do Governo Brasileiro, da Embaixada Sueca e de especialistas da cadeia automotiva nacional (Anfavea, Sindipeças, SAE, IQA) e sueca. É sabido que algumas das empresas e veículos suecos encontram-se na fronteira do conhecimento quando o assunto é segurança dos veículos.

 

A realização deste debate nacional, a partir do ABCD, faz todo o sentido. A Região é o maior polo de produção automotiva no País, representando 25% da produção total de

veículos automotores; 55% da produção de caminhões; 40% dos postos de trabalho diretos na indústria montadora; 35% do total de exportações de veículos do país. O ABCD tem forte densidade institucional no setor automotivo, com a presença de organizações nacionalmente reconhecidas, como o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e os APLs (Arranjos Produtivos Locais) nos setores estratégicos de Ferramentaria, Autopeças e Defesa.

 

O Seminário (ver detalhes em https:// eventioz.com.br/e/seminario--de-seguranca-veicular-brasil-suecia ou fone 4348-1051) faz parte de uma série de ações do município, em conjunto com o IMT, para a instalação de um laboratório de mobilidade

e segurança veicular em São Bernardo.Em 15 de agosto, o prefeito e membros da Direção do IMT assinaram protocolo de intenções que prevê a implantação deste laboratório na futura área do Parque Tecnológico do município. O projeto, que está inserido nas diretrizes do “Programa Inovar-Auto” do governo federal, visa a incentivar a pesquisa e o desenvolvimento. Além de contribuir para reduzir os impactos dos acidentes, o laboratório permitirá que as montadoras possam realizar seus testes de verificação e desenvolvimento no Brasil, em vez de enviar os veículos para o exterior, o que reduzirá custos.

 

Registre-se que, nos últimos anos, Brasil e Suécia estão buscando intensificar suas parcerias em áreas relacionadas à inovação tecnológica. Entre as iniciativas de cooperação bilateral de maior destaque está a inauguração, em 2011, na cidade de São Bernardo, do Cisb, para promoção de projetos de cooperação tecnológica entre empresas e universidades dos dois países.

 

 Jefferson José da Conceição é secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de São Bernardo.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Empresários, participem do “turismo industrial”!


 Jefferson José da Conceição 

Este artigo é um convite para que as empresas industriais participem do programa de  turismo Industrial. Organizado pela Prefeitura de São Bernardo. O programa deu seu primeiro passo no dia 26, com a visita de um grupo de convidados à Wheaton, que produz embalagens de vidro. Estão programadas visitações à Karman-Guia e Rolls Royce. Estamos em diálogo também com outras empresas, entre elas uma montadora de veículos.

O ABCD é identificado, no Brasil, como a região da indústria, do trabalho e do sindicalismo. Somos o maior parque industrial da América Latina. São Bernardo, coração deste parque, abrange hoje 1600 estabelecimentos industriais e mais de 100 mil empregos industriais. Esta identidade começou com as fábricas têxteis, de móveis  e de porcelanas do início do século 20. Passou também pelos investimentos nas montadoras de veículos, autopeças, máquinas, eletroeletrônicas, químicas, cosméticos e alimentação.

Esta marca não pode ser desperdiçada pela cadeia do turismo e nem pelas indústrias. Há muito interesse das pessoas em conhecer uma linha de montagem e a história dos

empreendedores e dos sindicatos. Temos sítios históricos, monumentos, gastronomia e hábitos ligados à industrialização. Além de visitar uma fábrica, o turista terá interesse em conhecer as sedes dos nossos principais sindicatos, o estádio 1º de Maio, a Igreja Matriz. E, daqui a pouco, buscará também visitar o Museu do Trabalho e do Trabalhador, cujas obras estão em andamento – uma firme determinação do prefeito Luiz Marinho.

O turista, atraído pelo turismo industrial, será convidado também a conhecer a relação de nossa região com o Brasil-Colonial e com a imigração de estrangeiros para o trabalho nas lavouras de café. Poderemos organizar visitas ao Pavilhão Vera Cruz (relacionado com a história do cinema e de industriais como Ciccilo Matarazzo), bem como a outras atrações como a Cidade da Criança; o Parque da Juventude; a Chácara Silvestre; a Rota  do Frango com Polenta; a Rua Jurubatuba (Rua dos Móveis). Isto, sem deixar de olhar para a Mata Atlântica e a represa Billings, com seus atrativos como Parque Estoril e a Prainha, em processo de obras para a sua revitalização.

Sob o ponto de vista da empresa, participar do turismo industrial pode ser bem interessante, pois isto ajudará a divulgar sua marca, intensificar seu diálogo com a comunidade e promover a responsabilidade social.

Para a formatação do Turismo industrial, todas as diretrizes da visitação serão prerrogativas da empresa, considerando nossa preocupação com a confidencialidade e a concorrência. Por isto, a empresa interessada  estruturará com nossa Secretaria as regras de sua participação. Se você, empresário, tiver interesse em fazer com que a sua indústria participe do Programa de Turismo industrial, procure-nos. Fale com Fernando, pelo fone 4348-1000, r.2222, ou pelo email turismo.sdet@saobernardo.sp.gov.br

 

*Jefferson José da Conceição é secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de São Bernardo; Fernando Bonísio é coordenador do APL de Turismo de São Bernardo.
 
#turismoindustrial#turismodefabrica

terça-feira, 24 de setembro de 2013

CGI, a radiografia do setor industrial de São Bernardo


ABCDMAIOR Nº 631 -  24 e 25 de setembro de 2013

Jefferson José da Conceição

O setor industrial constitui-se na força motriz da economia do ABCD. Somos o maior parque industrial da América Latina. Somente o valor Adicionado da Indústria de São Bernardo foi de R$ 13 bilhões em 2010 (IBGE). O município, que representa 44,5% do total do valor adicionado da Região, possui cerca de 1.600 estabelecimentos industriais, que empregam 105 mil pessoas (RAIS, 2011). Portanto, ter “radiografias”

atualizadas da indústria local é tarefa do poder público e das instituições representativas da indústria. Sem isto, não há como se fazer políticas públicas e privadas eficazes.

Por isto, a Prefeitura de São Bernardo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, contratou o INPES da USCS (Universidade Municipal de São Caetano do Sul) para a elaboração do CGI (Cadastro Geral da Indústria) do município. O diagnóstico conta com o apoio do Ciesp-São Bernardo e dos sindicatos de trabalhadores, como o dos Metalúrgicos e o dos Químicos do ABC.

Os resultados serão disponibilizados ao público no início de 2014, na forma impressa e eletrônica. Assim, será possível conhecer o que produz cada uma das indústrias;

que insumos utiliza; onde compra; onde vende (logo, será possível mapear a “abecedização” do fornecimento das cadeias produtivas locais); se exporta ou não; número e composição de empregados; principais resíduos do processo industrial;

relação com as universidades, entre outras informações. O objetivo        do CGI é ser instrumento de apoio ao fomento da indústria. Basta notar o quanto de informações úteis ele poderá gerar para a montagem de rodadas de negócios, assim como para os atuais APLs (Arranjos Produtivos Locais), coordenados pela Secretaria: ferramentaria, autopeças, químico, defesa, móveis, gráfico, panificação – apenas para citar os APLs industriais. O CGI não tem objetivo de fiscalização.

Metodologicamente, o CGI se constitui em levantamento de campo a ser realizado em todos os estabelecimentos industriais do município. Os 35 pesquisadores visitarão

in loco mais de 700 quarteirões da cidade. O questionário, aplicado pelos pesquisadores (devidamente identificados com crachás, carta de apresentação), será respondido por gerentes e diretores da empresa.

No Consórcio Intermunicipal e na Agência de Desenvolvimento Econômico do ABC, vamos sugerir a extensão da pesquisa para toda a região, que já teve iniciativas semelhantes como a PAEP-ABC (anos 1990) e um Cadastro Industrial elaborado por empresa privada em 2001. Uma pena que o Estado de São Paulo, o maior estado industrial do Brasil, não dispõe de um levantamento atualizado dessa natureza.

Outra pesquisa importante estará em breve complementando os indicadores que serão disponibilizados pelo CGI: o inventário de oferta tecnológica do ABCD, atualmente em fase de discussão na Agência e no Consórcio.

 

Jefferson José da Conceição* *Jefferson José da Conceição é secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de São Bernardo.

terça-feira, 16 de julho de 2013

ABCD recebe as Demandas do Exercito


2 ABCDMAIOR | 16 e 17 de julho de 2013

Jefferson José da Conceição

Em 24 de julho, na Universidade Metodista a Região receberá o Comando Logístico do Exército. O general Marco A. Farias e outros generais, a convite do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, da Agência de Desenvolvimento Econômico e do Consórcio Intermunicipal, irão expor os projetos dessa força para os próximos anos e as demandas de produtos e serviços deles resultantes. Haverá rodada de relacionamento entre oficiais militares e empresários, com agendamento prévio.

O evento dá continuidade à nossa política para ampliar a participação do setor produtivo do ABCD na rede de suprimento das Forças Armadas, e reproduz o modelo adotado no seminário realizado pelo comando da Marinha em 6 de dezembro de 2012. Na ocasião, mais de 450 empresários compareceram ao evento.

A Região tem grande potencial para se integrar ao esforço nacional pelo reaparelhamento das Forças Armadas. Nossa vocação metal mecânica, expertise empresarial, força de trabalho qualificada e universidades de excelência  são um acervo precioso. Esse acervo nos permite diversificar nosso parque produtivo,sem abrir mão das especialidades já consolidadas, centradas nas áreas automotiva, química e petroquímica. Dessa forma, fortalecemos nossa estrutura econômica  regional e nos habilitamos a tirar proveito dos novos eixos do crescimento econômico brasileiro, como é o caso da indústria de defesa. O Brasil precisa reduzir seu déficit comercial em equipamentos militares como aeronaves, veículos blindados, artilharia, motores, sensores e navios.

A construção de uma base nacional de defesa é um dos eixos estruturantes da  estratégia nacional de defesa. A intenção é fortalecer nossa produção interna de bens e serviços para as Forças Armadas.  Por isto, o governo federal estruturou linhas de financiamento e programas de desoneração fiscal como o Regime Especial Tributário

da Indústria de Defesa. Além da forte demanda do estado brasileiro, as vantagens desse setor incluem a criação de empregos altamente qualificados e a característica dual de muitos produtos de defesa, o que permite fornecer também para as possíveis aplicações civis desses produtos (como foram os casos dos computadores e do GPS).

O ABCD tem hoje um APL (Arranjo Produtivo Local) de Defesa, com a participação de empresas, sindicatos, universidades, instituições financeiras, Sebrae, Senai e outras entidades. Este arranjo, que é coordenado por nós, representa esforço regional para articular os segmentos interessados no adensamento da cadeia produtiva de Defesa na região. Estão em curso diversas iniciativas, como o detalhamento dos componentes de uma embarcação pela Marinha para identificação de potenciais fornecedores locais e o apoio à Catalogação e Homologação de empresas e produtos da região para fornecer às Forças Armadas.

 
* Jefferson José da Conceição é secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de

São Bernardo, coordenador do GT de Desenvolvimento Econômico do Consórcio Intermunicipal e do APL de Defesa do ABCD.

O ABCD recebe o Exército e suas demandas de produtos


 ABCDMAIOR | 16 e 17 de julho de 2013

Jefferson José da Conceição

Em 24 de julho, na Universidade Metodista a Região receberá o Comando Logístico do Exército. O general Marco A. Farias e outros generais, a convite do prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, da Agência de Desenvolvimento Econômico e do Consórcio Intermunicipal, irão expor os projetos dessa força para os próximos anos e as demandas de produtos e serviços deles resultantes.Haverá rodada de relacionamento entre oficiais militares e empresários, com agendamento prévio.

O evento dá continuidade à nossa política para ampliar a participação do setor produtivo do ABCD na rede de suprimento das Forças Armadas, e reproduz o modelo adotado no seminário realizado pelo comando da Marinha em 6 de dezembro de 2012. Na ocasião, mais de 450 empresários compareceram ao evento.

A Região tem grande potencial para se integrar ao esforço nacional pelo reaparelhamento das Forças Armadas. Nossa vocação metal mecânica, expertise empresarial, força de trabalho qualificada e universidades de excelência  são um acervo precioso. Esse acervo nos permite diversificar nosso parque produtivo,

sem abrir mão das especialidades já consolidadas, centradas nas áreas automotiva, química e petroquímica. Dessa forma, fortalecemos nossa estrutura econômica  regional e nos habilitamos a tirar proveito dos novos eixos do crescimento econômico

brasileiro, como é o caso da indústria de defesa. O Brasil precisa reduzir seu déficit comercial em equipamentos militares como aeronaves, veículos blindados, artilharia,

motores, sensores e navios.

A construção de uma base nacional de defesa é um dos eixos estruturantes da  estratégia nacional de defesa. A intenção é fortalecer nossa produção interna de bens e serviços para as Forças Armadas.  Por isto, o governo federal estruturou linhas de financiamento e programas de desoneração fiscal como o Regime Especial Tributário

da Indústria de Defesa. Além da forte demanda do estado brasileiro, as vantagens desse setor incluem a criação de empregos altamente qualificados e a característica dual de muitos produtos de defesa, o que permite fornecer também para as possíveis aplicações civis desses produtos (como foram os casos dos computadores e do GPS).

O ABCD tem hoje um APL (Arranjo Produtivo Local) de Defesa, com a participação de empresas, sindicatos, universidades, instituições financeiras, Sebrae, Senai e outras entidades. Este arranjo, que é coordenado por nós, representa esforço regional para articular os segmentos interessados no adensamento da cadeia produtiva de Defesa na região. Estão em curso diversas iniciativas, como o detalhamento dos componentes de uma embarcação pela Marinha para identificação de potenciais fornecedores locais e o apoio à Catalogação e Homologação de empresas e produtos da região para fornecer às Forças Armadas.

 

* Jefferson José da Conceição é secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de

São Bernardo, coordenador do GT de Desenvolvimento Econômico do Consórcio Intermunicipal e do APL de Defesa do ABCD.
 
#industriadedefesa#baseindustrialdedefesa

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Video "A Indústria de Defesa e a Região do ABC", elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de SBCampo, em 3/6/2013


Video "A Indústria de Defesa e a Região do ABC", elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de SBCampo, em 3/6/2013

Secretário Municipal da Pasta no período: Jefferson José da Conceição

Para acessar o vídeo, clique no link  abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=dmXLB-TcnpQ

Video "A Indústria de Defesa e a Região do ABC", elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de SBCampo, em 3/6/2013


Video "A Indústria de Defesa e a Região do ABC", elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de SBCampo, em 3/6/2013

Secretário Municipal da Pasta no período: Jefferson José da Conceição

Para acessar o vídeo, clique no link  abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=dmXLB-TcnpQ